TJMMG se une à mobilização nacional pelo Outubro Rosa em prevenção ao câncer de mama

O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Para o Brasil, foram estimados cerca de 74 mil casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. A doença ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no país em 2021, de aproximadamente 18 mil óbitos. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste.

A informação e o diagnóstico precoce são aliados a um tratamento eficaz com maiores chances de cura, dessa forma, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais se une à campanha Outubro Rosa, que tem como objetivo divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença. Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço, geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no mamilo e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas.

Os sintomas podem ser percebidos e avaliadas pelo exame clínico das mamas, que é a observação e palpação das mamas realizado por um médico.  A mamografia é um exame que pode ser feito de rotina para identificar o câncer antes de a mulher ter sintomas. Assim, a paciente pode encontrar um câncer no início e ter um tratamento menos agressivo, com menor índice de mortalidade por câncer de mama. É recomendado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) que as mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos.

A campanha Outubro Rosa parte de um movimento internacional, iniciado na década de 1990 nos Estados Unidos, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York e, desde então, promovida anualmente, sendo adaptada em diversos outros países. No âmbito da Justiça Militar mineira, a iniciativa de aderir à ação partiu da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, em parceria com o Comitê Gestor Local de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores da Justiça Militar de Minas Gerais.

 

Texto: Larissa Figueiredo, com texto de Ministério da Saúde
Edição: Tatiana Reis
Secom/TJMMG

Rolar para cima