A Corregedoria da Justiça Militar está realizando uma correição ordinária parcial na 3ª Auditoria da Justiça Militar Estadual (3ª AJME), com o objetivo de fiscalizar os serviços judiciais, verificar sua regularidade e acolher denúncias, reclamações e sugestões. A medida reforça o compromisso da Justiça Militar com a melhoria contínua da prestação jurisdicional, a manutenção da disciplina judiciária e o bom funcionamento da administração da Justiça.
Os trabalhos foram iniciados na segunda-feira, 22, com uma audiência pública conduzida pelo corregedor da Justiça Militar, desembargador Sócrates Edgard dos Anjos. Na abertura, o corregedor ressaltou a importância da colaboração de todos os envolvidos. “Como aconteceu das outras vezes, eu gostaria de contar com o apoio das duas equipes, da 3ª Auditoria e da Corregedoria, para que o trabalho saia a contento, para que possamos melhorar a prestação jurisdicional e para que a gente alinhe os possíveis erros e possamos criar um padrão geral de boas práticas que sirva de referência para as auditorias, observando sempre a individualidade de cada magistrado”, explicou o corregedor.
“A 3ª Auditoria está de portas abertas para a Corregedoria, e estamos à disposição para o que precisar”, disse a juíza de Direito titular da 3ª AJME, Daniela de Freitas Marques, que fez o uso da palavra em agradecimento. “Estou aqui como juiz substituto, cooperador, há um ano e meio de trabalho com todos da 3ª Auditoria. A correição é uma novidade para mim, nesse começo de jurisdição, então queria agradecer a recepção. Que possamos ter um bom trabalho”, completou o juiz de Direito substituto João Pedro Hoffert Monteiro de Lima.
A correição terá duração de 25 dias corridos, podendo ser prorrogada por até cinco dias úteis. Os trabalhos ocorrem de forma virtual, com possibilidade de atos presenciais conforme a necessidade. Também estiveram presentes na audiência pública a secretária da Corregedoria, Gislene Amarante Cunha; o gerente de Secretaria da 3ª AJME, Marcos Roberto Maciel; além de outros servidores da Corregedoria e da referida auditoria.

Texto: Nicolas Pereira
Edição: Esperança Barros
Ascom/TJMMG
