TJMMG integra projeto colaborativo que fará inventário de gases de efeito estufa no segmento da Justiça Militar

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (TJMMG) está trabalhando junto a outros tribunais do segmento da Justiça Militar no projeto colaborativo “Marco Verde”, que visa ao desenvolvimento de uma solução para implementar o inventário de gases de efeito estufa nos tribunais militares, e consequentemente garantir a devida compensação dessas emissões. O projeto foi pauta de um encontro que reuniu o Superior Tribunal Militar (STM), os Tribunais de Justiça Militar dos Estados de São Paulo (TJMSP) e Rio Grande do Sul (TJMRS) e o TJMMG, representado pelo desembargador Fernando Armando Ribeiro.

O encontro virtual foi realizado no último dia 3, reunindo representantes dos laboratórios de inovação e das comissões/unidades de sustentabilidade dos tribunais que integram o segmento da Justiça Militar. Juntos, eles definiram estratégias a serem adotadas, tendo como base o resultado da pesquisa feita com todos os tribunais brasileiros para entender quais já fazem o cálculo de emissões e quais ferramentas utilizam para tanto.

O resultado dessa pesquisa é a base do projeto “Marco Verde”, que propõe o uso de um protocolo como ferramenta para o cálculo das emissões nos tribunais, em uma iniciativa conjunta voltada à promoção de uma Justiça Militar mais sustentável. A recomendação é que as áreas ambientais das Cortes utilizem essa ferramenta para mensurar as emissões e se prepararem para a compensação das emissões até 2030, conforme recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Durante a reunião, foram destacados os benefícios da colaboração entre os tribunais nesse projeto, coordenado pelos respectivos laboratórios de inovação. Foi ressaltada também a importância de compartilhar conhecimentos e experiências para avançar na gestão ambiental e alcançar metas mais ambiciosas para todo o segmento da Justiça Militar.

“Gostaria de agradecer a oportunidade e dizer da minha satisfação de ver essa possibilidade de trabalharmos de mãos dadas com outros tribunais, tendo esse pensamento da inovação. E nada melhor para inovar do que o compartilhamento de experiências, o permitir-se olhar além do que está sendo colocando diante de si num primeiro momento, para que possamos trabalhar em conjunto para a evolução desse projeto ganhar robustez, ganhar cor, e que seja o primeiro de muitos trabalhos juntos”, ressaltou o desembargador Fernando Armando Ribeiro.

Texto: Esperança Barros
Ascom/TJMMG

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