Racismo estrutural é tema de ação educativa nesta quarta-feira, 17

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (TJMMG) promove nesta quarta-feira, 17, a ação educativa Diálogos sobre Racismo Estrutural, com o objetivo de sensibilizar o público interno sobre as origens, as manifestações e as consequências do racismo estrutural na sociedade brasileira, especialmente no contexto das relações de trabalho. O evento ocorrerá das 15h30 às 17h, no auditório do edifício-sede, com emissão de certificado de participação, mediante inscrição prévia no site da Escola Judicial Militar.

A programação contará com a exibição de um documentário sobre o tema, seguida por comentários do juiz de Direito do Juízo Militar Marcelo Adriano Menacho dos Anjos, vice-presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. A Comissão realiza o evento, com apoio da Assessoria de Comunicação Institucional (Ascom) e da EJM.

A imagem mostra o cartaz do evento Diálogos sobre racismo estrutural. Nele está escrito: Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais. Diálogos sobre racismo estrutural. 17 de junho de 2026. Quarta-feira. 15h30 às 17h. Auditório do Tribunal. Com o juiz de Direito Marcelo Adriano Menacho dos Anjos, vice-presidente da Comissão de Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. O cartaz possui fundo em tom verde-azulado escuro, com o logotipo do TJMMG na parte superior central. O título do evento aparece em destaque, centralizado, em letras brancas. Na metade inferior da imagem há uma ilustração de diversas silhuetas de rostos humanos de perfil, em cores como preto, laranja, vermelho, rosa e cinza.

A iniciativa busca apresentar informações e estimular reflexões sobre os impactos do racismo estrutural, contribuindo para o reconhecimento e o enfrentamento dessa realidade ainda presente nas instituições e na sociedade. Também pretende fortalecer a promoção da equidade racial e o respeito à diversidade no âmbito do Poder Judiciário.

A ação está alinhada às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) voltadas à promoção da igualdade racial e ao combate a todas as formas de discriminação no Poder Judiciário. Também está em conformidade com os compromissos institucionais da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente no que se refere à redução das desigualdades e à promoção de instituições mais inclusivas, justas e representativas.

Texto: Rafaela Berigo
Edição: Esperança Barros
Ascom/TJMMG

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