Magistrados e servidores do Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (TJMMG) que utilizam serviços e sistemas integrados à Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br) e disponíveis no portal Jus.br, devem se atentar às mudanças que passam a valer nesta segunda-feira, 18. A partir de agora, para acessar a plataforma é preciso fazer autenticação em dois fatores por aplicativo, o que visa diminuir a possibilidade de acessos indevidos.
O processo de autenticação em dois fatores, que antes era feita com código enviado por e-mail, agora passa a exigir um código gerado pelo uso de aplicativos como Google Authenticator, Microsoft Authenticator ou o FreeOTP, que devem ser baixados no celular do usuário e cadastrados no sistema. Para o primeiro acesso à PDPJ neste novo formato, é preciso fornecer login e senha no sistema da justiça que deseja acessar. Na sequência, o sistema exibirá uma tela solicitando a configuração do autenticador e mostrará um QR Code. Abra o aplicativo autenticador, toque em “+” e “Escanear código QR”, e aponte a câmera do celular.
O aplicativo autenticador passará a exibir códigos de seis dígitos temporários, que mudam a cada 30 segundos. Digite o código numérico gerado pelo aplicativo no campo indicado no sistema para confirmar o cadastro do autenticador. Após a validação, a configuração estará concluída e nos próximos acessos bastará digitar login, senha e o código gerado pelo autenticador cadastrado.
A PDPJ abriga, em um só ambiente, diversas ferramentas utilizadas por quem atua no Poder Judiciário, entre eles o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) e o Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud, que substituiu o antigo BacenJud). Desde abril, o Banco de Sentenças das Justiças Militares, plataforma pública e gratuita desenvolvida pelos Tribunais de Justiça Militar dos Estados de Minas Gerais (TJMMG), São Paulo (TJMSP) e Rio Grande do Sul (TJMRS), além do Superior Tribunal Militar (STM), também está nacionalizado a partir da integração à PDPJ e ao portal Jus.br. O Banco de Sentenças permite a pesquisa virtual de sentenças cíveis e criminais, com garantia de sigilo nos casos sensíveis.
Em caso de dúvidas, acesse uma lista de perguntas e respostas sobre a mudança elaboradas Conselho Nacional de Justiça
Texto: Lucas Dias de Souza, com textos de Conselho Nacional de Justiça
Edição: Esperança Barros
Ascom/TJMMG
