Está aberta a partir desta segunda-feira, 8, a consulta pública realizada pelo Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais para a formulação das Metas Nacionais do Poder Judiciário para o ano de 2027. A consulta fica disponível até o dia 15 de junho, aberta a opinião de magistrados, servidores, colaboradores, jurisdicionados da Justiça Militar de Minas Gerais – policiais militares e bombeiros militares -, advogados e cidadãos em geral, todos convidados a contribuir com sugestões que possam influenciar diretamente na formulação das metas, garantindo uma escuta plural e alinhada às necessidades reais da sociedade.
A consulta pública é mais uma etapa do processo de gestão participativa e democrática do Judiciário. A iniciativa, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e realizada individualmente por cada tribunal, tem como objetivo estimular a participação da sociedade civil e dos integrantes do sistema de Justiça na construção das prioridades estratégicas que irão nortear a atuação do Judiciário brasileiro no próximo ano.
As Metas Nacionais representam um compromisso institucional dos tribunais com o aprimoramento da prestação jurisdicional, contribuindo para maior celeridade, eficiência e qualidade dos serviços oferecidos à população. As propostas para 2027 serão reunidas e consolidadas pelo TJMMG para serem apresentadas e votadas em novembro, durante o 20º Encontro Nacional do Poder Judiciário, que será realizado em Fortaleza (CE) e reunirá os 91 tribunais brasileiros para deliberação das prioridades estratégicas do Poder Judiciário para o próximo ano.
Definidas anualmente por meio do trabalho conjunto entre o CNJ e a Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário, as metas funcionam como instrumentos de monitoramento e avaliação do desempenho da Justiça. Elas permitem acompanhar a execução de programas, projetos e ações dos tribunais, além de medir o alcance de indicadores estratégicos voltados ao aperfeiçoamento institucional.

Acesse a consulta pública para formulação das metas nacionais do Poder Judiciário.
Texto: Rafaela Berigo
Edição: Esperança Barros
Ascom/TJMMG
