Desde junho, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de Minas Gerais (TJMMG) está promovendo uma campanha interna de divulgação de seu Protocolo de Emergência, com orientações sobre como agir em situações de emergência médica que ocorram no ambiente institucional. A ação busca orientar o público interno quanto às condutas adequadas a serem adotadas, contribuindo para a redução de riscos e para a melhoria da eficiência no atendimento de ocorrências, fortalecendo a cultura de prevenção e priorizando a segurança de todos.
O Protocolo de Emergência está sendo amplamente divulgado por meio da rede de TV corporativa e nas áreas de circulação que demandam mais atenção quanto ao risco de acidentes, como copas e banheiros. A partir do dia 19 de junho, a rede de TV passou a exibir de maneira ininterrupta uma imagem fixada nas telas com um QR Code que direciona o público diretamente ao Protocolo de Emergência, facilitando o acesso às orientações em situações que exijam atendimento imediato.
Para uma resposta ainda mais célere, também estão disponíveis na imagem os telefones do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que concentra militares aptos a agir em situações que demandem rápida intervenção. Em situações de emergência, a orientação inicial é acionar imediatamente o GSI pelos ramais internos 729, 730 ou pelo telefone 3045-1211, solicitando apoio e informando com precisão o local exato dentro do prédio onde a pessoa que necessita de ajuda está localizada, além de descrever a situação no momento do contato para facilitar o direcionamento da equipe de atendimento.
É recomendado avaliar a segurança do ambiente, afastando-se do local caso haja risco e impedindo a aproximação de outras pessoas. Deve-se observar o estado da pessoa que necessita de ajuda, verificando sinais como consciência, respiração e possíveis sangramentos, sempre sem se expor a perigo.
Até a chegada do socorro especializado, não é indicado oferecer alimentos ou líquidos à pessoa atendida. A orientação é manter o diálogo com ela, de forma a fazer com que se sinta segura enquanto aguarda assistência. Quando o socorrista chegar, é importante relatar de forma objetiva o que foi observado e quais medidas já foram tomadas, contribuindo para a continuidade do atendimento.

Texto: Rafaela Berigo
Edição: Esperança Barros
Ascom/TJMMG
