O terceiro vídeo da série “Precisamos falar de cuidados” está disponível nesta segunda-feira, 20, e aborda o tema “Qual é o valor do trabalho de cuidado?”. O conteúdo faz parte da série produzida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está em exibição na rede de TV corporativa do Tribunal, composta por nove painéis audiovisuais instalados no hall da recepção e no hall dos elevadores dos oito andares do edifício-sede da Justiça Militar mineira.
Neste episódio, mães de crianças com deficiência chamam a atenção para a importância de reconhecer o valor do trabalho de cuidado, realizado principalmente por mulheres, que é essencial para as famílias e para a sociedade, mas muitas vezes permanece invisível. “Nosso valor não é remunerado. Nosso cuidado é tão intenso que se torna um valor invisível […] É impossível remunerar o trabalho de um pai ou de uma mãe atípica que fica e cuida”, relata uma das participantes.
Os depoimentos também retratam a realidade dessas mães, que dedicam grande parte do tempo aos cuidados e defendem que esse trabalho seja valorizado. “Nós temos direito a ter vontade, ter vida. Precisamos que nos vejam. Nós estamos aqui, nós precisamos ser vistos por todos vocês”.
Vídeos – A série de vídeos “Precisamos falar de cuidados” propõe uma reflexão sobre a distribuição das responsabilidades de cuidado na sociedade e seus impactos na vida pessoal, profissional e institucional, com foco voltado aos trabalhadores do Poder Judiciário. Os vídeos são resultado do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Cuidados (GT de Cuidados), instituído pela Portaria CNJ n. 379/2025, que integra o processo de elaboração da futura Política de Cuidados no Poder Judiciário.
Lançada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do Programa Justiça Plural e direção da documentarista Paula Sacchetta, a série busca ampliar a compreensão sobre o cuidado como um direito humano e uma responsabilidade compartilhada entre famílias, sociedade e Estado.

Assista ao terceiro vídeo da série.
Texto: Rafaela Berigo
Edição: Ana Paula Araújo
Ascom/TJMMG
