TJMMG participa de evento do CNJ sobre boas práticas em Corregedoria

O Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG) participou do “Encontro Nacional Integração de Boas Práticas: Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil”, realizado na terça-feira, 8, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Na abertura, o corregedor nacional de justiça, ministro Benedito Gonçalves, destacou a importância da troca de experiências entre quem atua diretamente nos tribunais e as equipes do Conselho.

A imagem mostra a solenidade de encerramento do Encontro Nacional Integração de Boas Práticas: Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil, no auditório do CNJ, em Brasília. Em primeiro plano está a plateia sentada em poltronas escuras e de frente para a mesa de abertura. A mesa, azul, está em frente a um painel de madeira onde se destaca o logotipo em relevo cinza do CNJ. Entre as autoridades, há três homens e duas mulheres. O homem ao centro é o presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Faquin, de terno e gravata azul, e óculos. Ao lado esquerdo dele na imagem está o corregedor nacional de Justiça, de terno azul e gravata clara.
Mesa de encerramento do Encontro Nacional Integração de Boas Práticas: Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil, no auditório do CNJ, em Brasília

“O CNJ deve identificar experiências bem-sucedidas, estimular a cooperação e contribuir para que essas práticas possam ser replicadas e adaptadas localmente”, afirmou. Segundo o ministro, a atuação correcional deve ter caráter também preventivo e orientativo, buscando construir soluções para os problemas identificados nas Corregedorias.

O evento reuniu representantes das Corregedorias de tribunais, do Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil e da Corregedoria Nacional de Justiça. Pelo TJMMG, participaram o corregedor, desembargador James Ferreira Santos, acompanhado pelos servidores Tatiana Reis Teixeira, coordenadora, e Thiago Augusto Duarte Pereira. Pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), esteve presente o corregedor-geral, desembargador Raimundo Messias Júnior.

A imagem mostra cinco pessoas em pé, na sede do CNJ. A segunda pessoa, da esquerda para a direita, é o desembargador Jâmes Ferreira Santos, vestindo terno cinza, camisa branca e gravata azul. Ao seu lado, está o ministro Benedito Gonçalves, usando terno azul, camisa branca e gravata bege. Ao lado dele, está o desembargador Raimundo Messias Júnior, vestindo terno marrom, camisa azul-clara e gravata escura. À direita, está a servidora Tatiana Reis Teixeira, usando vestido preto. À esquerda, está o servidor Tiago Augusto Duarte Pereira, usando terno preto, camisa cinza e gravata preta. Ao fundo, aparece uma parede revestida em madeira e a logomarca do CNJ.
O corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves (ao centro), tendo ao lado o corregedor do TJMMG, desembargador James Ferreira Santos (terno cinza) e o corregedor-geral do TJMG, desembargador Raimundo Messias Júnior (terno marrom), e os servidores Tatiana Reis Teixeira e Thiago Augusto Duarte Pereira

Durante o evento, no eixo judicial, três tribunais compartilharam experiências e mostraram como a reorganização de fluxos, integração de equipes e uso estratégico de dados podem contribuir para aumentar a eficiência e reduzir o tempo de tramitação dos processos. O encontro apresentou também projetos e ferramentas desenvolvidos pelo próprio CNJ para apoiar a atuação das Corregedorias. No campo judicial, por exemplo, estão em discussão temas relacionados à gestão, eficiência, padronização e aprimoramento dos serviços.

No encerramento, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, falou que o diálogo entre os tribunais é essencial para responder aos desafios contemporâneos da Justiça brasileira, e a construção de pontes entre o conhecimento e as boas práticas possibilita o aperfeiçoamento da Justiça.

O ministro ressaltou que a Corregedoria não existe apenas para corrigir desvios, “mas também para impor limites e edificar as fronteiras da atuação para responder afirmativamente quando for demandada”. E destacou, ainda, que cabe à Corregedoria Nacional e às locais zelar pela proximidade e pela qualidade da prestação jurisdicional.

“Longe de se limitarem às competências disciplinares e normativas, muitas delas exercem autênticas políticas públicas judiciárias, aproximando a estrutura dos tribunais da realidade das comarcas e das unidades judiciárias. E cabe à Corregedoria Nacional de Justiça a missão de articular esse trabalho”, afirmou.

A imagem mostra quatro pessoas em pé. A segunda pessoa, da esquerda para a direita, é o desembargador Jâmes Ferreira Santos, vestindo terno cinza, camisa branca e gravata azul. Ao seu lado, está o ministro Edson Faquin, de terno azul, camisa branca e gravata azul clara. Ao lado dele, está o servidor Tiago Augusto Duarte Pereira, usando terno preto, camisa cinza e gravata preta. A mulher do grupo é a servidora Tatiana Reis Teixeira, usando vestido preto. Ao fundo, aparece uma parede revestida em madeira.
Comitiva do TJMMG com o presidente do STF e do CNJ, ministro Edson Fachin

Novo corregedor nacional – O “Encontro Nacional Integração de Boas Práticas” foi uma das primeiras iniciativas de aproximação do novo corregedor nacional com os corregedores dos Tribunais. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) tomou posse no cargo no último dia 25 de agosto, na sede do CNJ, e responderá pelo biênio 2026-2028.

Em seu discurso de posse, o novo corregedor nacional ressaltou a importância da integridade, da eficiência e do diálogo institucional no exercício da função. “O cargo de corregedor nacional demanda integridade, eficiência e diálogo institucional. Integridade para apurar as reclamações disciplinares com rigor técnico sem seletividade, nem complacência, sempre com observância do devido processo legal”, afirmou.

A solenidade de posse reuniu ministros e autoridades dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo. O TJMMG esteve representado pelo presidente, desembargador Osmar Duarte Marcelino.

Assista à transmissão do “Encontro Nacional Integração de Boas Práticas”.

Texto: Rafaela Berigo, a partir de texto de Regina Bandeira e Lenir Camimura/Agência CNJ de Notícias
Edição: Esperança Barros
Fotos: TJMMG e Rômulo Serpa/CNJ
Ascom/TJMMG

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